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Ana Cristina Schneider · Psicologia

Psicóloga e psicanalista em Curitiba

Nem tudo o que se sente chega com nome.

Se você chegou até aqui, provavelmente existe alguma coisa incomodando há um tempo, sem que você consiga dizer exatamente o quê.

Talvez seja um pensamento que não desliga, ou a impressão de que cada decisão simples custa o dia inteiro. Pode ser também a sensação de existir sobretudo pelo que os outros esperam, e de que, quando não tem ninguém por perto, você não sabe bem dizer quem é nem o que quer. Costuma vir assim, sem explicação, e entender antes quase nunca é possível. A compreensão costuma aparecer depois, durante a fala.

Ana Cristina Schneider · CRP 08/19054 Presencial em Curitiba e online.

Tudo começa por uma conversa de vinte minutos.

Agendar ligação

Sem custo. O botão abre o WhatsApp, e é ali que combinamos o horário.

Ana Cristina Schneider no consultório, junto à janela

Talvez você reconheça

Alguns motivos que levam alguém a procurar uma psicóloga.

Talvez nenhuma seja exatamente a sua, e é comum reconhecer um pedaço de uma e um pedaço de outra.

Quando o pensamento não desliga

Pode ser que a tarefa fique rodando na sua cabeça mesmo depois que você saiu de perto dela, no carro, no jantar, na hora de dormir. Você refaz mentalmente o que já fez, imagina o que ainda falta, ensaia a conversa que talvez nem aconteça. É quando você não está trabalhando que o trabalho ocupa mais espaço.

Quando nada avança

Talvez você tenha pensado tanto naquilo que já sabe exatamente como fazer, e mesmo assim, quando finalmente chega a hora, alguma coisa não deixa começar. Não é falta de tempo nem de vontade, porque o tempo está ali e a vontade também. É comum que a tarefa volte para a lista de amanhã, e que a única coisa a fazer com ela seja pensar de novo.

Quando você precisa saber o que querem de você

Talvez você perceba que decide pouco por conta própria, não por falta de opinião, e sim porque parece mais seguro descobrir antes o que a outra pessoa gostaria. Você observa, ajusta, se adianta, e às vezes já nem sabe onde termina o que você quer e começa o que foi pedido. Perguntam o que você prefere, e o que vem é a vontade de saber o que a outra pessoa prefere primeiro.

Quando o corpo fala primeiro

Pode ser a ansiedade que chega sem aviso, o sono que não vem, uma dor que muda de lugar ou o choro que aparece sem motivo que você consiga apontar. Talvez você já tenha procurado o médico, feito exames e ouvido que está tudo bem. É comum que o corpo insista quando o sentimento não encontra como ser dito.

Falar de si não é ocupar espaço demais.

A pergunta mais comum

Mas o que a gente faz numa sessão?

É a pergunta que mais me fazem antes de começar, e a resposta é mais simples do que costuma parecer: a gente conversa. Você vem no mesmo dia e no mesmo horário toda semana, senta, e fala do que estiver incomodando, inclusive do que parecer bobagem ou fora de propósito.

Eu escuto e faço pontuações. Uma frase sua volta com outra pausa, ou recortada em outro lugar, e não raro ela soa diferente na segunda vez. É a partir daí que se trabalha.

Com o tempo, vão aparecendo no meio da conversa coisas que você não sabia que estava dizendo, e é desse material que o trabalho é feito. Não há roteiro de sessões, nem exercício para fazer em casa, nem etapa a cumprir antes da próxima. O que organiza é o que você traz, e isso muda de uma semana para a outra.

Ninguém chega sabendo o que quer dizer, e é comum que as primeiras sessões sirvam para achar por onde começar. Nessa parte faço perguntas, volto em coisas que você mencionou de passagem, e é assim que o começo costuma aparecer. É um processo longo, sem número definido de sessões e sem previsão de quando termina, e eu prefiro dizer isso antes. Se o que você procura é alguma coisa que resolva em poucas semanas, provavelmente não é aqui.

Nomear leva tempo.

Ana Cristina Schneider sentada no consultório, com uma xícara

Quem eu sou

Ana Cristina Schneider

CRP 08/19054 · Atende desde 2013 · Seis anos no SUS

Antes da graduação eu já prestava atenção no que muda quando alguém encontra um lugar em que é possível falar de si com tempo, e onde o que diz é levado a sério. Foi isso que achei na psicanálise: uma prática em que a pessoa fala primeiro, e é a partir do que ela traz que o trabalho acontece. O que aparece costuma surpreender quem está falando.

Me formei em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná em 2013 e fiz especialização em Psicologia Clínica com Abordagem Psicanalítica na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, concluída em 2018. Atendo em consultório desde a formatura, e parte desse tempo foi no SUS, nos CAPS de Piraquara e de Curitiba, entre 2013 e 2018 e depois entre 2022 e 2023.

Foram mais de seis anos no serviço público vendo sofrimento de todo tipo e em toda intensidade, e isso muda o jeito de escutar. Me deu repertório para conduzir situações muito diferentes umas das outras, e me ensinou a não subestimar nenhuma delas. Muita coisa que parecia impossível de dizer eu já vi ser dita por alguém que também achava que não ia conseguir.

Sigo estudando, em cursos e eventos da área, e sigo em análise e em supervisão, como se faz nesse ofício.

Retrato de Ana Cristina Schneider no consultório

Na prática

Como funciona

Atendo adultos.

Poltrona de atendimento no consultório de Ana Cristina Schneider
Estante do consultório de Ana Cristina Schneider

As sessões são semanais, em dia e horário fixos, e duram até cinquenta minutos. Esse horário é seu pelo tempo que o trabalho levar.

Tudo começa por uma ligação de vinte minutos, sem custo, marcada antes. Nela eu escuto o que está te trazendo e explico como trabalho, e é nessa mesma conversa que falo o valor da sessão e vejo com você os horários disponíveis.

Não atendo por convênio, mas emito recibo de todos os atendimentos, que costuma servir para pedir reembolso ao seu plano. As regras variam de operadora para operadora, então vale conferir na sua.

O botão abre uma conversa no WhatsApp, e é ali que a gente combina o horário da ligação. Se preferir, me diga um horário bom para você e eu ligo.

  • Presencial · Curitiba

    Terças e quartas,
    manhã e tarde

  • Online

    Segundas, manhã e tarde
    Quintas, tarde e noite

Dúvidas comuns

Talvez você esteja pensando…

Eu não estou em crise. Será que preciso mesmo?

Boa parte das pessoas que atendo chegou assim, sem nada de grave acontecendo e com a impressão de estar reclamando à toa. Não é preciso estar em crise para procurar, e talvez seja até melhor não estar, porque dá para trabalhar com mais calma quando não há incêndio para apagar.

Eu já fiz terapia antes e não funcionou.

Acontece com bastante gente, e as razões variam: às vezes tem a ver com o momento em que você procurou, às vezes com a pessoa que encontrou, às vezes com o formato não ter combinado com você. A ligação de vinte minutos serve também para isso, para você contar como foi antes e a gente ver se aqui faz mais sentido.

Não tenho tempo nem para mim. Como vou ter tempo para terapia?

É um horário fixo por semana, sempre o mesmo, o que costuma ser mais fácil de encaixar do que parece.

Quanto tempo leva?

Não tem prazo definido, e eu prefiro dizer isso a inventar um número. As primeiras três ou quatro sessões costumam servir para achar por onde começar, e a partir daí varia bastante de uma pessoa para outra.